Contabilidade para mercado, padaria, bazar e varejo local
Ponto físico pequeno tem rotina própria: caixa diário, sazonalidade e a linha tênue entre MEI e Simples.
Gargalos fiscais e operacionais no varejo local
MEI x Simples no momento certo
Saber quando o faturamento pede a troca de regime, antes que o limite do MEI vire multa ou bloqueio.
Controle de caixa diário
Ponto físico com movimento diário precisa de rotina de conciliação simples, que não trave o dia a dia da loja.
Sazonalidade
Meses de pico e meses fracos pedem planejamento de caixa diferente do resto do ano. Isso entra no acompanhamento.
Sinais de que seu comércio precisa de outro olhar contábil
- Não sabe exatamente quanto falta pra estourar o limite do MEI e sofrer um desenquadramento no meio do ano
- Vende quase tudo no Pix ou no cartão e não tem ideia de como o split payment vai mexer no caixa a partir de 2027
- Ainda não vinculou o comprovante de pagamento eletrônico à NFC-e, obrigatório no RS
- Tem mês forte e mês fraco, e o contador atual trata o fluxo de caixa como se fosse igual o ano inteiro
- Quer trocar de contador sem parar de emitir nota um dia sequer
O que entra no acompanhamento do varejo local
O detalhe completo de cada frente está em Serviços. Para o varejo local, o pacote costuma incluir:
- Acompanhamento do faturamento acumulado (limite do MEI e faixas do Simples)
- Rotina fiscal de venda com cupom e nota (NFC-e)
- Folha e eSocial de balconistas e atendentes
- Revisão de regime antes de cada etapa da Reforma Tributária
Comércio sente a Reforma no caixa, não só no preço
A transição para CBS/IBS muda o crédito de imposto na compra de mercadoria. O split payment, que retém o imposto direto na hora da venda, começa em 2027, mas essa primeira fase é facultativa e vale só entre empresas (B2B); para venda ao consumidor final, que é a maior parte do faturamento do varejo local, a retenção automática ainda não tem data definida. Simule o impacto no seu faturamento antes de sentir na margem.
Abrir a calculadora da ReformaConteúdo em produção para este segmento: veja a trilha comércio local no blog.
Dúvidas comuns de quem tem comércio local
Qual o limite do MEI em 2026?
R$ 81.000 por ano (R$ 6.750 por mês). Ultrapassar até 20% disso desenquadra o MEI a partir de janeiro do ano seguinte; passar mais que isso desenquadra retroativo a janeiro do próprio ano, com cobrança de imposto como Simples Nacional desde então.
Preciso vincular o pagamento eletrônico à nota fiscal? Obrigatório no RS
Sim, essa vinculação existe desde 2024, e a fiscalização da Receita Estadual do RS ficou mais rigorosa em 2026: toda venda paga em Pix, cartão ou outro meio eletrônico precisa ter um código vinculando o comprovante de pagamento à NFC-e. Quem não integrar isso corre risco de multa por equipamento, por mês.
O split payment vai afetar meu caixa mesmo eu sendo pequeno?
A partir do 2º semestre de 2027, existe uma primeira fase do split payment, mas ela é facultativa e vale só para vendas entre empresas (B2B). Para venda ao consumidor final no Pix, boleto ou cartão, que é a maior parte do faturamento do varejo local, a retenção automática do imposto ainda não tem data confirmada pelo governo. Vale ficar de olho, porque o cronograma pode mudar.
Posso trocar de contador sem parar de emitir nota?
Sim. A Magnanti conduz a transição com o escritório anterior: solicitação de documentos, transferência de responsabilidade técnica e conferência do histórico. O seu comércio não fica descoberto em nenhum momento do processo.

